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Arquivos por mês 28 de outubro de 2019

Tendência na contabilidade: BPO Financeiro

Dentre as diversas ferramentas tecnológicas que apresentaram ser tendências na área contábil, como computação em nuvem, sistemas integrados que unem dados do cliente aos de portais governamentais, entre tantas outras que servem de auxílio ao contador e sua missão de lidar com o grande número de dados que devem ser analisados diariamente, mais uma promete mudar o cenário de empresas e seus negócios: BPO Financeiro.

O BPO Financeiro envolve um serviço de terceirização das atividades que não estejam relacionadas com a finalidade principal de uma empresa. Na teoria, isso implica o emprego de maior esforço e atenção nas especialidades da mesma, consequentemente aperfeiçoando a qualidade de produtos e de tratamento ao cliente, enquanto especialistas em finanças utilizam os recursos adequados para traçar planos e estratégias que melhor irão atender a organização.

Independente do tamanho da empresa, a quantidade e complexidade de dados muitas vezes não estruturados resultam na necessidade de ferramentas de análise específicas, que podem ser até mesmo compostas por simples relatórios e gráficos. Porém, mesmo sendo acessíveis, suas elaborações dependem de um olhar mais experiente. O BPO Financeiro cobre essas necessidades e proporciona maior segurança na tomada de decisões.

O contador, por já ter acesso às informações financeiras do cliente, como fluxo de caixa, contas a pagar/receber e faturamento por exemplo, pode trazer benefícios extras ao oferecer serviços personalizados de BPO, como maior controle e redução de custos.

Com todos esses benefícios, que, sem dúvida, irão preparar inúmeros negócios para a era da informação, o BPO não deve ser entendido como uma despesa, e sim como um investimento certo de retorno.

Autora: Fernanda Canazzo

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O Ambiente de Trabalho: Saúde Pessoal e Empresarial

Em nossa vida pessoal conversamos com quem queremos, quando queremos e às vezes quando precisamos. Isso funciona no meio empresarial?

Em nosso cotidiano passamos por diversas situações desde a hora que acordamos e somos gentis (ou não) com a primeira pessoa que vemos, até o fim do dia quando esperamos um “boa noite” da pessoa mais próxima. O mesmo se passa em seu ambiente e rotinas de trabalho.

Por muitas vezes, e me coloco aqui como exemplo, nos colocamos no automático e desejamos um bom dia pra todos sem ao menos ver pra quem estamos nos dirigindo!

O meio empresarial é perigoso, onde as emoções se expandem de uma maneira que muitas vezes não sabemos lidar.

O ambiente de trabalho necessita de ser cooperativo, colaborativo, amigável, participativo e acima de tudo saudável! Claro, ele também pode – deve – ser competitivo!

A empresa precisa de pessoas, pessoas também precisam de pessoas, e todas essas pessoas precisam da empresa!

É sabido que um bom ambiente de trabalho motiva o funcionário a querer estar naquele ambiente! O tratamento informal se manifesta nas colaborações e integrações realizadas diariamente, inclusive entre os mais diversos departamentos e setores.

É necessário irmos além e entendermos que um ambiente de trabalho não pode ser forçado a parecer bom, ele tem que ser bom para ser forte!

A participação e interação entre as pessoas cria uma atmosfera de colaboração, otimizando o trabalho e acima de tudo aumentando a qualidade no serviço desenvolvido. Claro, essa é a visão de um funcionário. Mas, se imaginarmos que se o ambiente funciona, o trabalho prospera, a participação e a colaboração se tornam rotineiras de uma maneira natural, e isso faz com que não só a saúde física e mental do colaborador melhorem, como também se manifesta na saúde empresarial. E saúde empresarial significa segurança ao trabalhador.

Ambiente e funcionalidade são parceiros. Assim como você e sua empresa!

Autor: Rodrigo Carvalho.

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Lucro Real como ferramenta de gestão

A Contabilidade em si já é uma ferramenta de gestão, através dos números recebidos, processados e informados aos seus usuários. Ela já evidencia resultados anteriores e aponta uma tendência em resultados futuros.

A forma de apuração de impostos denominada Lucro Real é a opção tributária que mais ajuda o Contador a criar laços com seus clientes e, por consequência lógica, é a opção que melhor atende o cliente como entidade que visa a continuidade.

Entretanto, mesmo sendo a melhor maneira tributária para que uma empresa analise a realidade empresarial e financeira a partir de relatórios contábeis, nem sempre a opção pela tributação no Lucro Real é vantajosa nas apurações de impostos. Começando pelos impostos sobre Faturamento.

Quando recolhe-se impostos como Lucro Real, as alíquotas de PIS e COFINS sobem (basicamente 1,65% e 7,6%, respectivamente). Estas alíquotas são aplicadas sobre o Faturamento Líquido (Faturamento Bruto diminuído dos cancelamentos e devoluções). Talvez, para uma empresa pagar 9,25% de impostos logo sobre o Faturamento Líquido seja muito alto, porém, nesta modalidade, há a possibilidade de recuperação do PIS e COFINS sobre entradas. Isso significa que: não necessariamente será recolhido 9,25% de PIS e COFINS sobre o faturamento, mas sim a diferença entre os valores apurados nas saídas e nas entradas.

Sendo as alíquotas do PIS e do COFINS  maiores sobre o faturamento, o que faz compensar a opção pelo Lucro Real é, grosso modo, o pagamento da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) e do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) apenas sobre o Lucro Contábil ajustado pelas Adições e Exclusões. Isso significa que, quando a empresa operar em Lucro pagará estes dois impostos somente sobre a parcela de lucro auferida naquele determinado período. Entretanto, caso a empresa opere em Prejuízo, não haverá recolhimento, nem de CSLL, nem de IRPJ, para aquele período; e mais: parte deste prejuízo poderá ser compensado em resultados positivos posteriormente.

Poucos parágrafos não são suficientes para destrincharmos a importância de uma Contabilidade baseada na escrita exigida para empresas optantes para o Lucro Real, mas uma coisa é certa: se todas as empresas, independente de sua tributação, fossem contabilizadas como as empresas Lucro Real são – ou deveriam ser – contabilizadas, o papel do Contador seria mais reconhecido e, com certeza, a Contabilidade seria ainda mais útil para as tomadas de decisões dos gestores empresariais.

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