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Arquivos por mês 25 de novembro de 2019

A difícil arte em empreender!

Muito se tem ouvido falar em Empreendedorismo, ser um empreendedor vai muito além de simplesmente abrir uma empresa, significa ser um realizador de idéias e responsável por colocá-las em pratica sendo preciso desenvolver uma mentalidade empreendedora, será essencial investir tempo, conhecimento, recursos e sobre tudo paciência até se obter o retorno esperado.

Vale destacar que para o sucesso é preciso ser inovador em idéias, pensamentos e atos, fazer a diferença, ter a coragem de arriscar e criar algo que te diferencie dos demais, ser mais atrativo a seus clientes e sempre se lembrar que seu cliente será imprescindível para seu empreendimento, levando o ao sucesso.

Empreendedorismo e Inovação são os principais pilares que sustentam o crescimento da economia mundial, vivemos em meio a mudanças rápidas e constantes o que nos obriga a avançar quanto a este conceito de evolução.

Então vamos agora conhecer alguns do dos tipos de empresas existentes no Brasil e após definir qual melhor se encaixa na sua realidade e conseqüentemente supra sua necessidade como empreendedor, iremos esclarecer quais são esses tipos e apontar a diferença de cada uma delas.

SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIMITADA (LTDA)

Este tipo é formado obrigatoriamente por dois ou mais sócios, o termo limitada se dá ao fato de que os sócios são responsáveis financeiros e administrativos pela empresa com base no capital social de acordo com o artigo 1.052 do Código Civil – Lei 10.406/02 a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, todos respondem solidariamente pela integralização do Capital. Quanto a tomada de decisão somente por um dos sócios será permitido, desde que esteja previsto em contrato.

EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (EIRELI)

A Eireli funciona basicamente da mesma forma que a limitada, porém com algumas diferenças sendo uma delas um limite mínimo de valor de Capital igual ou maior que 100 (cem) x salário mínimo vigente, 100 % integralizado na constituição o QSA é formado unicamente por uma pessoa podendo tomar decisões sozinho, tem seu patrimônio separado da empresa, responde financeiramente até o limite do capital social e pode se optar por um nome empresarial, não o seu nome.

EMPRESA INDIVIDUAL (EMPRESÁRIO INDIVIDUAL)

Este tipo de empresa o empresário não é sócio, mas proprietário dela. Inclusive o nome empresarial tem que ser igual ao do empresário podendo por opção incluir somente o ramo ao nome ex: José da Silva Automóveis, agora o nome fantasia fica livre para escolha e não precisa constar no contrato social da empresa, um ponto importante que faz com que muitos empresários pensem duas vezes antes de constituir uma individual é que mesmo que exista um valor de Capital o proprietário responde por 100% do seu negocio, ficando assim obrigado a dispor de todo seu patrimônio pessoal para que se possam cobrir dívidas empresariais existentes.

MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI)

Também é uma empresa individual, pela qual o proprietário dá seu nome ao negocio é totalmente responsável, inclusive com seus bens pessoa física, estas empresas são automaticamente enquadradas no Simples Nacional, não tendo escolha por seu regime tributário, outro detalhe importante é que para se formalizar como MEI a atividade desenvolvida (CNAE) precisa ser permitida então não são todas as atividades que permitem optar pelo MEI, além disso, estas empresas não podem faturar acima de R$ 81.000,00 (anual) sendo R$ 6.750,00 (Mês) até 31/12 do mesmo ano, caso isso ocorra o proprietário deverá solicitar junto a RFB e demais órgãos o desenquadramento do MEI.
Outra restrição é quanto ao número de funcionários que não pode passar de 1.

SOCIEDADE SIMPLES (SS)

As empresas SS muito se parecem com a Sociedade Limitada, a característica especifica da Sociedade Simples é a finalidade é uma empresa que é voltada para a Prestação de Serviços intelectuais, técnicas e cientificas, por exemplo, arquitetos, médicos ou advogados podem optar por este formato caso tenham sócio da mesma área.

SOCIEDADE ANÔNIMA (SA)

A empresa denominada SA, tem seu Capital Social formado por Ações e não por quotas como descrito nas empresas acima.

A sociedade anônima é dividida ainda por dois subtipos sendo de;

CAPITAL ABERTO: Caracteriza a venda de ações através da bolsa de valores ao publico geral por intermediação de instituições financeiras como banco e corretoras.

CAPITAL FECHADO: Suas ações são divididas internamente entre os sócios (cotistas) e outros interessados e ou convidados não sendo aberto ao público.

Tendo em vista os aspectos apresentados, concluímos que o tipo de empresa para se ter um desfecho de sucesso independe de quem serão seus sócios, acionistas ou proprietários mas sim aspectos de grande relevância como o ramo de negócio, visar o quanto sua empresa terá de faturamento, e principalmente estar aberto a Inovar, criar a realmente se superar, outro grande aliado deverá ser estruturação da empresa, mantendo se atento a essas informações que devem estar no seu plano de negócios, juntamente com um planejamento estratégico, sistema de gestão logísticos e operacionais sua empresa terá tudo para atingir o propósito ou o alvo determinado. São muitos os detalhes e nuances que podem fazer a diferença entre ter ou não sucesso.

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O comportamento da contabilidade para empresas do terceiro setor

As instituições de Terceiro Setor são entidades privadas com a missão de se preocupar com questões de interesse público, não possuindo fins lucrativos, mesmo que ainda comercializem bens e serviços o foco desses tipos de organizações não é o lucro de fato, mas sim o desenvolvimento do bem-estar social. As atividades filantrópicas prestadas por essas entidades em sua maioria são financiadas por subsídios governamentais e doações de terceiros, dentro deste sentido é possível entender o motivo pelo qual a transparência deve ser um dos principais pilares deste tipo de empresa.

A contabilidade para o Terceiro Setor tem como objetivo garantir essa transparência das atividades das empresas filantrópicas, como forma de aumentar a confiabilidade dos relatórios produzidos. Essas entidades têm por obrigação a prestação de contas a respeito de como os recursos obtidos estão sendo direcionados para as atividades que se propuseram a executar, neste ponto a atividade do profissional contábil se mostra primordial para aumentar a credibilidade da instituição e consequentemente garantir o recebimentos dos benefícios necessários. Tendo em vista a dificuldade que muitas dessas entidades têm de obter esses recursos, credibilidade perante a sociedade é de extrema importância.

Entretanto, após os recebimentos destes recursos, muita das vezes limitados às necessidades da organização, é preciso fazer a gestão eficiente do capital, como forma de garantir uma aplicabilidade eficiente e sustentável. Os mecanismos contábeis para este tipo de empresa devem-se preocupar em munir os gestores de informações relevantes e precisas a respeito do auxílio nas tomadas de decisão e de maior aproveitamento dos recursos auferidos, é preciso ainda que a contabilidade entenda nos detalhes as atividades exercidas pela organização, como forma de vislumbrar melhorias na aplicação do dinheiro. A contabilidade tem que ter por objetivo trazer melhorias nas decisões gerenciais, e esse suporte a gerência se dá pela emissão de relatórios contábeis confiáveis, que muito além de prestação de contas facilita a visualização dos números da empresa e um prognóstico assertivo da situação econômico-financeira.

Em suma, o posicionamento contábil neste tipo de empresa deve pautar-se muito na Contabilidade Gerencial, deve-se ter um foco onde as informações ali levantadas tragam a garantia de produzir uma gestão capaz de estar sempre em ascensão e cada dia mais eficiente na missão de beneficiar o bem-estar social.

Por Paulo Pires

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Contador: Obrigação ou Diferencial?

Contador: Obrigação ou Diferencial? A importância deste profissional para uma MEI.

A abertura de uma MEI pode ser um grande passo para quem deseja se formalizar na execução de atividades profissionais autônomas e se sentir mais amparado frente às rotinas fiscais do nosso país, certo é que para este tipo de empreendimento existe uma série de desobrigações frente ao fisco, dentre elas a não obrigatoriedade de manter uma escrituração contábil e fiscal. Porém, o questionamento a ser fazer é: apesar da não exigência de ter um contador, qual a importância deste profissional em minha MEI?

Como todo e qualquer tipo de empresa, é vital o controle e planejamento financeiro bem como acompanhamento do fluxo de caixa. Independente do porte da empresa e nível de faturamento é de suma importância estar atento às questões financeiras, inclusive para MEI, mesmo que com rendimentos limitados. Esse controle pode ser facilmente acompanhado e orientado por um profissional da contabilidade, que além de estar monitorando o fluxo de recursos do empresário, pode ainda auxiliar na projeção de cenários futuros e antecipar diversas situações.

De acordo com a legislação, é permitida para o MEI a contratação de até um funcionário, bem sabemos que as obrigações trabalhistas no país são compostas de minúcias legislativas que precisam expressamente da atenção do profissional com conhecimento na área, com o intuito de melhor orientação e proteger a empresa de obter possíveis passivos judiciais em caso de desacordo legal. Neste caso, em mais um ponto se mostra importante o suporte de um profissional contábil.

E ainda, contar com o auxílio deste profissional é poder contar com orientações a respeito do funcionamento e direcionamento da própria empresa, a respeito de posicionamento no mercado, legislações, economias fiscais e financeiras e uma série de outros artifícios que em conjunto geram uma grande vantagem em relação a concorrência, em um mercado cada dia mais competitivo é importante ter o apoio para o diferencial e eficiência.

Em suma, para um MEI é preciso enxergar que a Contabilidade, muito mais do que cumprir obrigações do fisco, é uma das ferramentas mais poderosas para uma gestão eficiente do negócio.

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