• 12 3144-1352
  • etecon@etecontabil.com.br

Category Archive 5 Passos

5 passos para se tornar o profissional contábil exigido pelo mercado

O mercado vem sendo modificado pela tecnologia e cobrando alguns conhecimentos e posturas diferentes das tradicionais de seus profissionais. Com o mercado contábil não é diferente e para auxiliar o profissional de contabilidade, separamos alguns pontos em que viemos observando ao longo dos anos a exigência da preparação por parte dos profissionais da área contábil.

1- Empatia com a tecnologia:
A tecnologia é uma ferramenta exigida em todas as áreas e com a contabilidade não poderia ser diferente. Não saber como utilizá-la para benefício próprio ou para benefício do cliente é algo inaceitável no mercado em que nos encontramos.

Em primeiro momento, era passada uma visão de que a tecnologia roubaria nossos serviços, mas hoje é claramente notável que o que acontece é o contrário: a tecnologia nos ajuda e faz ainda mais, potencializa o trabalho executado pelos profissionais contábeis.

2- Empatia com o cliente:
Por mais que a tecnologia nos dê muitos auxílios, de nada adiantará se não a utilizarmos para “alguém” e este alguém é o nosso cliente.

Ter empatia com o cliente, seja o cliente interno ou externo, tratá-lo como alguém importante para o desenvolvimento da sua carreira é algo que, talvez, hoje não lhe faça sentido, mas com o passar do tempo, perceberá que boas relações profissionais geram novas relações profissionais, além de ótimas relações pessoais também.

Trabalhamos sempre para alguém, é melhor que trabalhemos para quem temos empatia.

3- Empatia com o serviço desenvolvido:
A palavra-chave deste artigo parece mesmo ser “empatia” e realmente é! Ter empatia com o que se faz é essencial e no caso, ter empatia pela contabilidade, é fundamental para alcançar êxito na profissão. Em todas as profissões exige-se competência, mas do profissional contábil exige-se sempre algo a mais, um amor a mais pelo exercício da contabilidade, uma dedicação maior pela resolução de problemas que muitas vezes não são deles, mas que, pela  empatia para com o cliente e para com o serviço desenvolvido, tratamos e resolvemos como se fossem nossos.

4- Compromisso com a ética
A ética é algo básico em toda atividade exercida, do Presidente da República a nós contabilistas e cada vez se faz mais necessária a prática da ética contábil em todas as relações, sejam elas: relação cliente x contabilista, contabilista x concorrente, contabilista x fisco.

Podemos ser empáticos e altamente competentes, mas a ética é um alicerce para o desenvolvimento do profissional contábil, sem ela não há modo de se construir uma carreira sólida e forte.

5- Apresentação de dados e auxílio na tomada de decisões:
A contabilidade é a ciência e a profissão que visa apresentar informações e auxiliar os seus usuários nas tomadas de decisões, desde as menores até as maiores, nas Organizações, e por isso, o contabilista não pode “somente” fazer a contabilidade, fazer os registros, apurar os impostos… isso ficou no século XX. O profissional contábil da atualidade, o que o mercado necessita e corre atrás, é aquele que apresenta dados, que converte a linguagem técnica da contabilidade na linguagem comercial do cliente em questão, que personaliza os relatórios, que indica o caminho a seguir, seja em termos tributários, seja em termos financeiros.

Auxiliar o cliente a subir de patamar, faz o contabilista subir junto com ele.

Compartilhe:

5 passos para automação: DIRF 2019

É sabido que em empresas contábeis o que mais se presa são as rotinas, entretanto, as obrigações acessórias anuais vêm com tudo no inicio de cada exercício e deixa a rotina de cabeça para baixo.

Sendo assim, reunimos cinco passos para serem adotados nas rotinas mensais, semanais e até diárias, para que em 2019 o preenchimento da DIRF seja tranquilo e prático.

1- As informações precisam nascer certas

A DIRF é a primeira grande obrigação acessória do ano contábil, depois de algum tempo trabalharemos com RAIS, DEFIS, SPED-ECD e SPED-ECF, por exemplo. E para todas essas declarações o segredo para ter sucesso é a premissa: para fornecermos a informação final de maneira correta é preciso que a informação inicial nasça da maneira correta.

Como o foco é a DIRF, as informações mais necessárias são de cunho trabalhista, tais como: cálculo mensal correto dos rendimentos, das contribuições previdenciárias, e principalmente do imposto de renda retido na fonte, com ênfase nos meses de férias e décimo terceiro, pois aqui, os valores aumentam, saindo da curva média da empresa; e informações de cunho fiscal, como: o registro pelo sistema fiscal de todas as Notas Fiscais de Serviço, tendo ou não retenção, de empresas que são obrigadas ou não a emitir o Livro de Entradas, pois, uma “economia” de pouco tempo mês a mês por não escriturar Notas de Serviços Tomados faz a equipe perder muito tempo na hora de preencher a DIRF, pois terão de procurar valores de Janeiro até Dezembro do exercício em questão.

2- Arquivar separadamente as Notas Fiscais de Serviço

Somos uma empresa que busca sempre a inovação através da tecnologia, jamais indicaremos o arquivo físico, mas o arquivo eletrônico é de extrema importância, principalmente nesta fase de obrigações acessórias referentes ao ano anterior.

Motivos não faltam, desde o mais simples, como um esquecimento de um procedimento (esqueceu que um fornecedor, apesar de ser Lucro Presumido não retém o PIS/COFINS/CSLL) até coisas mais complexas, como a troca de um colaborador.

O arquivo digital sempre poderá auxiliar para facilitar e com as notas fiscais de serviço, elemento indispensável para a DIRF, este auxílio se torna fundamental.

3- Manter a contabilização em contas separadas por fornecedores

Um ponto interessante é a contabilização separada de Fornecedor a Fornecedor, não utilizando a conta clássica que algumas empresas ainda mantém “Fornecedores Diversos”. Desta forma, através do Livro Razão, o contabilista conseguirá averiguar quais fornecedores tiveram retenções de impostos federais (IR, PIS, COFINS e CSLL).

4- Calcular mensalmente o valor retirado de lucro

A retirada de lucro pelos sócios é um assunto que gera sempre muita pauta nas empresas contábeis, pois envolve diretamente o Imposto de Renda da Pessoa Física do cliente. Uma forma do contabilista se antecipar e evitar qualquer dificuldade junto ao cliente, por conta deste fator, é a apuração mensal do lucro a ser retirado pelos sócios, juntamente com o envio, em duas vias, dos recibos e, posteriormente, a contabilização dos valores já retirados. Desta forma, na próxima DIRF será necessário somente a consolidação dos valores retirados ao longo do ano.

5- Solicitar em no primeiro dia útil os extratos das operadoras de cartões de crédito

Os extratos das operadoras de cartão de crédito são, por vezes, esquecidos, mas este documento também é necessário para o preenchimento da DIRF. Porém, nem sempre os bancos mandam em tempo hábil estes extratos, o que atrasa a vida do contabilista. No melhor dos cenários, o ideal seria que a empresa tirasse este extrato pelo próprio site das operadoras de cartão de crédito e enviassem para o contabilista, mas caso no site não haja essa possibilidade, no primeiro dia útil do ano o cliente deve solicitar às operadoras de cartão de crédito o extrato para apuração de Imposto de Renda Retido na Fonte.

Com estes passos e adequações às rotinas, cremos que a DIRF 2019 será resolvido com grande facilidade.

Compartilhe: