• 12 3144-1352
  • etecon@etecontabil.com.br

Category Archive Artigo

Como funciona o Planejamento Tributário?

Um dos fatores mais determinantes para o sucesso ou fracasso de uma empresa, é a maneira que ela lida com o Planejamento. Este planejamento pode ser atribuído a diversas áreas da organização, e aqui levantaremos destaque para a importância do Planejamento Tributário.

O planejamento tributário inclui o estudo minucioso da busca através de meios legais para diminuir a carga tributária paga pela empresa, devendo ser realizado de maneira criteriosa e levando em conta diversos fatores como: tipo de produto/serviço oferecido, benefícios e incentivos fiscais, alíquotas de cada tributo, etc., todo este planejamento deve objetivar a redução de custos e o aumento da lucratividade do negócio, sempre atento par não praticar a evasão ilícita de contribuição fiscal.

O fim do ano, quando está se finalizando o exercício,é considerado um período ideal para praticar o Planejamento Tributário, de modo que se possa ter um histórico anual para analisar as situações ocorridas e fazer comparativos com os diferentes regimes tributários e visualizar o resultado dos determinados enquadramentos. Dentro disso, é possível ainda projetar o futuro da empresa no ano seguinte, podendo prospectar cenários de crescimento no faturamento, investimentos em áreas da empresa, aberturas de outras unidades entre outros fatores.

Como dito, com essas informações é possível vislumbrar diferentes cenários para empresa nos três tipos de regime tributário:

Simples Nacional:

Regime tributário mais direcionado para micro e pequenas empresas, é um sistema de arrecadação simplificado que oferece vantagens como redução de valores a serem recolhidos. Ideal para empresas com alta margem de lucro e baixas despesas.

Lucro Presumido:

Regime de tributação onde o imposto de renda é calculado mediante uma alíquota presumida de lucro, vale destacar que empresas optantes por este regime tributário não podem aproveitar o crédito de Pis e Cofins, entretanto recolhem com alíquota menor do que aquelas que optam por Lucro Real.

Lucro Real:

Regime tributário onde o cálculo do imposto de renda e contribuição são feitos mediante o lucro líquido do período, englobando ajuste, exclusões e compensações mediante legislação fiscal. Indicado para empresas de grande porte que operam com baixa margem de lucro e altas despesas, por este motivo devem ter uma rígida escrituração contábil sempre em comprovação dos custos e despesas apresentados.

Por fim, é claro a importância de se antever ao Planejamento Tributário e buscar melhores caminhos para a operação da empresa, a eficiência neste sentido se dá pela valorização e apoio frente ao profissional contábil e contato efetivo do empresário, onde possam alinhar em conjuntos os mecanismos necessários para garantir o sucesso neste trabalho.

Compartilhe:

A difícil arte em empreender!

Muito se tem ouvido falar em Empreendedorismo, ser um empreendedor vai muito além de simplesmente abrir uma empresa, significa ser um realizador de idéias e responsável por colocá-las em pratica sendo preciso desenvolver uma mentalidade empreendedora, será essencial investir tempo, conhecimento, recursos e sobre tudo paciência até se obter o retorno esperado.

Vale destacar que para o sucesso é preciso ser inovador em idéias, pensamentos e atos, fazer a diferença, ter a coragem de arriscar e criar algo que te diferencie dos demais, ser mais atrativo a seus clientes e sempre se lembrar que seu cliente será imprescindível para seu empreendimento, levando o ao sucesso.

Empreendedorismo e Inovação são os principais pilares que sustentam o crescimento da economia mundial, vivemos em meio a mudanças rápidas e constantes o que nos obriga a avançar quanto a este conceito de evolução.

Então vamos agora conhecer alguns do dos tipos de empresas existentes no Brasil e após definir qual melhor se encaixa na sua realidade e conseqüentemente supra sua necessidade como empreendedor, iremos esclarecer quais são esses tipos e apontar a diferença de cada uma delas.

SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIMITADA (LTDA)

Este tipo é formado obrigatoriamente por dois ou mais sócios, o termo limitada se dá ao fato de que os sócios são responsáveis financeiros e administrativos pela empresa com base no capital social de acordo com o artigo 1.052 do Código Civil – Lei 10.406/02 a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, todos respondem solidariamente pela integralização do Capital. Quanto a tomada de decisão somente por um dos sócios será permitido, desde que esteja previsto em contrato.

EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (EIRELI)

A Eireli funciona basicamente da mesma forma que a limitada, porém com algumas diferenças sendo uma delas um limite mínimo de valor de Capital igual ou maior que 100 (cem) x salário mínimo vigente, 100 % integralizado na constituição o QSA é formado unicamente por uma pessoa podendo tomar decisões sozinho, tem seu patrimônio separado da empresa, responde financeiramente até o limite do capital social e pode se optar por um nome empresarial, não o seu nome.

EMPRESA INDIVIDUAL (EMPRESÁRIO INDIVIDUAL)

Este tipo de empresa o empresário não é sócio, mas proprietário dela. Inclusive o nome empresarial tem que ser igual ao do empresário podendo por opção incluir somente o ramo ao nome ex: José da Silva Automóveis, agora o nome fantasia fica livre para escolha e não precisa constar no contrato social da empresa, um ponto importante que faz com que muitos empresários pensem duas vezes antes de constituir uma individual é que mesmo que exista um valor de Capital o proprietário responde por 100% do seu negocio, ficando assim obrigado a dispor de todo seu patrimônio pessoal para que se possam cobrir dívidas empresariais existentes.

MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI)

Também é uma empresa individual, pela qual o proprietário dá seu nome ao negocio é totalmente responsável, inclusive com seus bens pessoa física, estas empresas são automaticamente enquadradas no Simples Nacional, não tendo escolha por seu regime tributário, outro detalhe importante é que para se formalizar como MEI a atividade desenvolvida (CNAE) precisa ser permitida então não são todas as atividades que permitem optar pelo MEI, além disso, estas empresas não podem faturar acima de R$ 81.000,00 (anual) sendo R$ 6.750,00 (Mês) até 31/12 do mesmo ano, caso isso ocorra o proprietário deverá solicitar junto a RFB e demais órgãos o desenquadramento do MEI.
Outra restrição é quanto ao número de funcionários que não pode passar de 1.

SOCIEDADE SIMPLES (SS)

As empresas SS muito se parecem com a Sociedade Limitada, a característica especifica da Sociedade Simples é a finalidade é uma empresa que é voltada para a Prestação de Serviços intelectuais, técnicas e cientificas, por exemplo, arquitetos, médicos ou advogados podem optar por este formato caso tenham sócio da mesma área.

SOCIEDADE ANÔNIMA (SA)

A empresa denominada SA, tem seu Capital Social formado por Ações e não por quotas como descrito nas empresas acima.

A sociedade anônima é dividida ainda por dois subtipos sendo de;

CAPITAL ABERTO: Caracteriza a venda de ações através da bolsa de valores ao publico geral por intermediação de instituições financeiras como banco e corretoras.

CAPITAL FECHADO: Suas ações são divididas internamente entre os sócios (cotistas) e outros interessados e ou convidados não sendo aberto ao público.

Tendo em vista os aspectos apresentados, concluímos que o tipo de empresa para se ter um desfecho de sucesso independe de quem serão seus sócios, acionistas ou proprietários mas sim aspectos de grande relevância como o ramo de negócio, visar o quanto sua empresa terá de faturamento, e principalmente estar aberto a Inovar, criar a realmente se superar, outro grande aliado deverá ser estruturação da empresa, mantendo se atento a essas informações que devem estar no seu plano de negócios, juntamente com um planejamento estratégico, sistema de gestão logísticos e operacionais sua empresa terá tudo para atingir o propósito ou o alvo determinado. São muitos os detalhes e nuances que podem fazer a diferença entre ter ou não sucesso.

Compartilhe:

O comportamento da contabilidade para empresas do terceiro setor

As instituições de Terceiro Setor são entidades privadas com a missão de se preocupar com questões de interesse público, não possuindo fins lucrativos, mesmo que ainda comercializem bens e serviços o foco desses tipos de organizações não é o lucro de fato, mas sim o desenvolvimento do bem-estar social. As atividades filantrópicas prestadas por essas entidades em sua maioria são financiadas por subsídios governamentais e doações de terceiros, dentro deste sentido é possível entender o motivo pelo qual a transparência deve ser um dos principais pilares deste tipo de empresa.

A contabilidade para o Terceiro Setor tem como objetivo garantir essa transparência das atividades das empresas filantrópicas, como forma de aumentar a confiabilidade dos relatórios produzidos. Essas entidades têm por obrigação a prestação de contas a respeito de como os recursos obtidos estão sendo direcionados para as atividades que se propuseram a executar, neste ponto a atividade do profissional contábil se mostra primordial para aumentar a credibilidade da instituição e consequentemente garantir o recebimentos dos benefícios necessários. Tendo em vista a dificuldade que muitas dessas entidades têm de obter esses recursos, credibilidade perante a sociedade é de extrema importância.

Entretanto, após os recebimentos destes recursos, muita das vezes limitados às necessidades da organização, é preciso fazer a gestão eficiente do capital, como forma de garantir uma aplicabilidade eficiente e sustentável. Os mecanismos contábeis para este tipo de empresa devem-se preocupar em munir os gestores de informações relevantes e precisas a respeito do auxílio nas tomadas de decisão e de maior aproveitamento dos recursos auferidos, é preciso ainda que a contabilidade entenda nos detalhes as atividades exercidas pela organização, como forma de vislumbrar melhorias na aplicação do dinheiro. A contabilidade tem que ter por objetivo trazer melhorias nas decisões gerenciais, e esse suporte a gerência se dá pela emissão de relatórios contábeis confiáveis, que muito além de prestação de contas facilita a visualização dos números da empresa e um prognóstico assertivo da situação econômico-financeira.

Em suma, o posicionamento contábil neste tipo de empresa deve pautar-se muito na Contabilidade Gerencial, deve-se ter um foco onde as informações ali levantadas tragam a garantia de produzir uma gestão capaz de estar sempre em ascensão e cada dia mais eficiente na missão de beneficiar o bem-estar social.

Por Paulo Pires

Compartilhe:

Contador: Obrigação ou Diferencial?

Contador: Obrigação ou Diferencial? A importância deste profissional para uma MEI.

A abertura de uma MEI pode ser um grande passo para quem deseja se formalizar na execução de atividades profissionais autônomas e se sentir mais amparado frente às rotinas fiscais do nosso país, certo é que para este tipo de empreendimento existe uma série de desobrigações frente ao fisco, dentre elas a não obrigatoriedade de manter uma escrituração contábil e fiscal. Porém, o questionamento a ser fazer é: apesar da não exigência de ter um contador, qual a importância deste profissional em minha MEI?

Como todo e qualquer tipo de empresa, é vital o controle e planejamento financeiro bem como acompanhamento do fluxo de caixa. Independente do porte da empresa e nível de faturamento é de suma importância estar atento às questões financeiras, inclusive para MEI, mesmo que com rendimentos limitados. Esse controle pode ser facilmente acompanhado e orientado por um profissional da contabilidade, que além de estar monitorando o fluxo de recursos do empresário, pode ainda auxiliar na projeção de cenários futuros e antecipar diversas situações.

De acordo com a legislação, é permitida para o MEI a contratação de até um funcionário, bem sabemos que as obrigações trabalhistas no país são compostas de minúcias legislativas que precisam expressamente da atenção do profissional com conhecimento na área, com o intuito de melhor orientação e proteger a empresa de obter possíveis passivos judiciais em caso de desacordo legal. Neste caso, em mais um ponto se mostra importante o suporte de um profissional contábil.

E ainda, contar com o auxílio deste profissional é poder contar com orientações a respeito do funcionamento e direcionamento da própria empresa, a respeito de posicionamento no mercado, legislações, economias fiscais e financeiras e uma série de outros artifícios que em conjunto geram uma grande vantagem em relação a concorrência, em um mercado cada dia mais competitivo é importante ter o apoio para o diferencial e eficiência.

Em suma, para um MEI é preciso enxergar que a Contabilidade, muito mais do que cumprir obrigações do fisco, é uma das ferramentas mais poderosas para uma gestão eficiente do negócio.

Compartilhe:

Tendência na contabilidade: BPO Financeiro

Dentre as diversas ferramentas tecnológicas que apresentaram ser tendências na área contábil, como computação em nuvem, sistemas integrados que unem dados do cliente aos de portais governamentais, entre tantas outras que servem de auxílio ao contador e sua missão de lidar com o grande número de dados que devem ser analisados diariamente, mais uma promete mudar o cenário de empresas e seus negócios: BPO Financeiro.

O BPO Financeiro envolve um serviço de terceirização das atividades que não estejam relacionadas com a finalidade principal de uma empresa. Na teoria, isso implica o emprego de maior esforço e atenção nas especialidades da mesma, consequentemente aperfeiçoando a qualidade de produtos e de tratamento ao cliente, enquanto especialistas em finanças utilizam os recursos adequados para traçar planos e estratégias que melhor irão atender a organização.

Independente do tamanho da empresa, a quantidade e complexidade de dados muitas vezes não estruturados resultam na necessidade de ferramentas de análise específicas, que podem ser até mesmo compostas por simples relatórios e gráficos. Porém, mesmo sendo acessíveis, suas elaborações dependem de um olhar mais experiente. O BPO Financeiro cobre essas necessidades e proporciona maior segurança na tomada de decisões.

O contador, por já ter acesso às informações financeiras do cliente, como fluxo de caixa, contas a pagar/receber e faturamento por exemplo, pode trazer benefícios extras ao oferecer serviços personalizados de BPO, como maior controle e redução de custos.

Com todos esses benefícios, que, sem dúvida, irão preparar inúmeros negócios para a era da informação, o BPO não deve ser entendido como uma despesa, e sim como um investimento certo de retorno.

Autora: Fernanda Canazzo

Compartilhe:

O Ambiente de Trabalho: Saúde Pessoal e Empresarial

Em nossa vida pessoal conversamos com quem queremos, quando queremos e às vezes quando precisamos. Isso funciona no meio empresarial?

Em nosso cotidiano passamos por diversas situações desde a hora que acordamos e somos gentis (ou não) com a primeira pessoa que vemos, até o fim do dia quando esperamos um “boa noite” da pessoa mais próxima. O mesmo se passa em seu ambiente e rotinas de trabalho.

Por muitas vezes, e me coloco aqui como exemplo, nos colocamos no automático e desejamos um bom dia pra todos sem ao menos ver pra quem estamos nos dirigindo!

O meio empresarial é perigoso, onde as emoções se expandem de uma maneira que muitas vezes não sabemos lidar.

O ambiente de trabalho necessita de ser cooperativo, colaborativo, amigável, participativo e acima de tudo saudável! Claro, ele também pode – deve – ser competitivo!

A empresa precisa de pessoas, pessoas também precisam de pessoas, e todas essas pessoas precisam da empresa!

É sabido que um bom ambiente de trabalho motiva o funcionário a querer estar naquele ambiente! O tratamento informal se manifesta nas colaborações e integrações realizadas diariamente, inclusive entre os mais diversos departamentos e setores.

É necessário irmos além e entendermos que um ambiente de trabalho não pode ser forçado a parecer bom, ele tem que ser bom para ser forte!

A participação e interação entre as pessoas cria uma atmosfera de colaboração, otimizando o trabalho e acima de tudo aumentando a qualidade no serviço desenvolvido. Claro, essa é a visão de um funcionário. Mas, se imaginarmos que se o ambiente funciona, o trabalho prospera, a participação e a colaboração se tornam rotineiras de uma maneira natural, e isso faz com que não só a saúde física e mental do colaborador melhorem, como também se manifesta na saúde empresarial. E saúde empresarial significa segurança ao trabalhador.

Ambiente e funcionalidade são parceiros. Assim como você e sua empresa!

Autor: Rodrigo Carvalho.

Compartilhe:

Lucro Real como ferramenta de gestão

A Contabilidade em si já é uma ferramenta de gestão, através dos números recebidos, processados e informados aos seus usuários. Ela já evidencia resultados anteriores e aponta uma tendência em resultados futuros.

A forma de apuração de impostos denominada Lucro Real é a opção tributária que mais ajuda o Contador a criar laços com seus clientes e, por consequência lógica, é a opção que melhor atende o cliente como entidade que visa a continuidade.

Entretanto, mesmo sendo a melhor maneira tributária para que uma empresa analise a realidade empresarial e financeira a partir de relatórios contábeis, nem sempre a opção pela tributação no Lucro Real é vantajosa nas apurações de impostos. Começando pelos impostos sobre Faturamento.

Quando recolhe-se impostos como Lucro Real, as alíquotas de PIS e COFINS sobem (basicamente 1,65% e 7,6%, respectivamente). Estas alíquotas são aplicadas sobre o Faturamento Líquido (Faturamento Bruto diminuído dos cancelamentos e devoluções). Talvez, para uma empresa pagar 9,25% de impostos logo sobre o Faturamento Líquido seja muito alto, porém, nesta modalidade, há a possibilidade de recuperação do PIS e COFINS sobre entradas. Isso significa que: não necessariamente será recolhido 9,25% de PIS e COFINS sobre o faturamento, mas sim a diferença entre os valores apurados nas saídas e nas entradas.

Sendo as alíquotas do PIS e do COFINS  maiores sobre o faturamento, o que faz compensar a opção pelo Lucro Real é, grosso modo, o pagamento da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) e do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) apenas sobre o Lucro Contábil ajustado pelas Adições e Exclusões. Isso significa que, quando a empresa operar em Lucro pagará estes dois impostos somente sobre a parcela de lucro auferida naquele determinado período. Entretanto, caso a empresa opere em Prejuízo, não haverá recolhimento, nem de CSLL, nem de IRPJ, para aquele período; e mais: parte deste prejuízo poderá ser compensado em resultados positivos posteriormente.

Poucos parágrafos não são suficientes para destrincharmos a importância de uma Contabilidade baseada na escrita exigida para empresas optantes para o Lucro Real, mas uma coisa é certa: se todas as empresas, independente de sua tributação, fossem contabilizadas como as empresas Lucro Real são – ou deveriam ser – contabilizadas, o papel do Contador seria mais reconhecido e, com certeza, a Contabilidade seria ainda mais útil para as tomadas de decisões dos gestores empresariais.

Compartilhe:

Contabilidade à distância dá certo?

Há uma década atrás essa pergunta apresentada no título do texto era muito repetida, porém, trocando “contabilidade” por “namoro”. Hoje a resposta é mais que óbvia: namoro à distância tem tudo para dar certo se os namorados fizerem dar certo.

Alusões e metáforas a parte, nos últimos tempos a Contabilidade vem se modificando e uma das novas tendências é a queda da barreira geográfica em nossa área. Isso se dá pela unificação global da Contabilidade, equiparações legislativas entre estados, transformação digital e automação dos processos através da internet e informática e, principalmente, elevação do nível dos profissionais contábeis. Se todas as outras coisas tivessem acontecido sem que a profissão contábil tivesse se elevado, o limite físico ainda seria empecilho para que parcerias deste tipo acontecessem.

O serviço terceirizado de contabilidade é contratado basicamente por dois fatores: a) resultado entregue pela equipe contábil ao seu cliente; e, b) valor que o contratante está disposto a pagar para a entidade contábil pelo que julga ser o justo em se tratando de Contabilidade.

Dessa forma, o gestor pode se questionar: para que me prender a limites geográficos e contratar um serviço de contabilidade próximo a mim, sendo que posso obter o resultado que eu espero de uma contabilidade e que aquela empresa contábil, lá de Cruzeiro (interior de São Paulo), por exemplo, me entrega mesmo à distância?

É claro que cada parceria tem seus detalhes, cada empresa tem suas necessidades e cada organização contábil tem seus métodos de trabalho. Para algumas parcerias, apesar da distância, é necessário que o Contador se faça presente mais frequentemente. Para algumas empresas, a distância é insuperável, e a necessidade de uma contabilidade que esteja próxima é notória. Porém, o que se observa na relação empresa contratante / escritório contábil, é a troca da proximidade física pela qualidade da proximidade cognitiva.

E, ligando ao início do texto, em resumo, a contabilidade à distância tem tudo para dar certo se os parceiros fizerem dar certo.

Compartilhe:

O que você oferece ao seu cliente?

Resolução de problemas ou expropriação de culpa: o que você oferece ao seu cliente?

Todos nós, seja na vida pessoal ou na vida profissional, oferecemos algo a alguém. Não importa se é um resultado financeiro ou apenas 10 minutos de atenção, sempre oferecemos algo.

No mundo empresarial, competitivo como sempre e implacável como nunca, sempre queremos algo novo. Adquirir algo inovador – seja serviço ou produto – além do benefício em si, traz um benefício intangível, uma sensação de pertencimento e até de elevação de um padrão pré-existente.

Porém, mesmo com a busca pelo novo, o que os clientes realmente querem é resolução de seus problemas! Principalmente se for algum tipo de problema que ele não sabia que tem, ou que pode de vir a ter, a curto, médio ou longo prazo.

Quando trabalhamos com fornecimento de serviços, o resultado é sempre em conjunto, pois o serviço é personalizado. Por mais que seja um serviço prestado para centenas de clientes, o resultado é individual, e quando alcançamos este resultado precisamos nos indagar: eu resolvi o problema, ou apenas evitei a atribuição de responsabilidade?

Resolver problemas é resolver problemas e ponto. É entregar o que precisa ser entregue e, de preferência, com algo a mais que o cliente nem sabia que poderia ter. Mas e expropriação de culpa?

Para mim, este ato é fazer o básico somente para não correr o risco de ser julgado por algo diferente, ou até mesmo não correr riscos de eventuais erros.

Na área contábil parece que esse dualismo é mais claro: eu resolvo o problema do meu cliente ou me isento de estar ao lado dele, me exproprio de uma eventual culpa e deixo que ele se vire sozinho?

Veja, não é ser conivente com o erro, com a fraude ou coisas do gênero. Mas é procurar dar o apoio em todos os momentos, inclusive nos momentos de adversidade.

Mostrar ao cliente que “a causa de tal acontecimento não é minha, não posso resolver” não o fideliza, pelo contrário, é quase um convite a se retirar da parceria. Mas quando buscamos resolver problemas, aí sim, neste ponto, mostramos nosso valor aos clientes e os trazemos para mais perto. Apresentar resultados e resolver problemas é a única maneira sustentável de manter e expandir uma organização, principalmente uma Organização Contábil.

Compartilhe:

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: A SUA EMPRESA PRECISA!!!

No cenário atual de crise, a palavra de ordem nas empresas é Redução de Custos, para que as mesmas possam sobreviver no mundo dos negócios. Muitas fórmulas e medidas drásticas podem até funcionar, mas as chances da empresa perder a qualidade de seus serviços e produtos são enormes.

Na prática, algumas empresas pagam até 34% de impostos sobre o Lucro, podendo ser muito mais, se considerarmos os encargos trabalhistas.

A complexa carga tributária que incide sobre as empresas brasileiras é um desafio para os empreendedores e mesmo no Simples Nacional, um regime tributário diferenciado para pequenas empresas, muitas dúvidas surgem na hora de cumprir com as obrigações fiscais e formação do preço, e por isso o Planejamento Tributário é essencial.

O Planejamento Tributário nada mais é que um conjunto de ações para deixar as empresas legalizadas e regularizadas perante o Fisco, buscando uma forma legal de reduzir a carga tributária e cumprir com o calendário de tributos a pagar.

Por mais difícil que possa parecer, o planejamento tributário trata apenas da organização e economia no pagamento dos tributos. E essa gestão tributária se dá em dois estágios: Operacional e Estratégico.

O Operacional acontece entre a contabilidade e a empresa, traçando procedimentos de análise e apuração dos tributos e cumprimentos de prazos estabelecidos, ou seja, cumprir a correta escrituração das operações e o pagamento dos impostos nos prazos previstos.

O Estratégico precisa ser muito bem elaborado e só acontece se o operacional funcionar. Para isso é necessário um estudo detalhado e aprofundado no objetivo de concluir qual regime tributário mais aplicável a realidade da empresa e imprescindível um bom conhecimento das normas fiscais, trabalhistas, financeiras e civis.

Ao contrário do que muitos pensam, o planejamento tributário é muito mais do que apenas cumprir as obrigações em dia e anotar as receitas e despesas em planilhas. Estamos falando em planejar, e isso envolve conhecer, analisar, estudar e verificar todas as formas existentes de tributação que envolve o seu negócio.

E nesse ponto entra a importância de se contratar um bom profissional que ensine ao menos o básico sobre tributos ou passar diretamente o ofício para uma contabilidade especializada, que possa traçar um Planejamento

Tributário efetivo para a atividade e porte de sua empresa com base em valores reais, permitindo à empresa optar por um regime tributário adequado que reduza a carga tributária de maneira lícita e segura, evitando problemas fiscais e jurídicos, pagamento de multas e até processos penais por sonegação fiscal.

São tantas burocracias tributárias, que mesmo que não haja intenção, é muito difícil seguir a risca todos os procedimentos fiscais, e a linha que separa a diminuição de carga tributária e a sonegação fiscal é tênue. Quanto maior for a empresa e mais complexa a sua atividade (vários tipos de produtos e serviços), mais trabalho o contador terá. É importantíssimo que você e o contador tenham um canal direto de contato e alinhem bem os objetivos.

Planejamento Tributário é saúde para o bolso, pois representa maior capitalização do negócio, possibilidade de menores preços e ainda facilita a geração de novos empregos, pois os recursos economizados poderão possibilitar novos investimentos.

O Planejamento Tributário é uma gestão que não pode faltar em seu negócio! Invista nisso!

Compartilhe: