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PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: A SUA EMPRESA PRECISA!!!

No cenário atual de crise, a palavra de ordem nas empresas é Redução de Custos, para que as mesmas possam sobreviver no mundo dos negócios. Muitas fórmulas e medidas drásticas podem até funcionar, mas as chances da empresa perder a qualidade de seus serviços e produtos são enormes.

Na prática, algumas empresas pagam até 34% de impostos sobre o Lucro, podendo ser muito mais, se considerarmos os encargos trabalhistas.

A complexa carga tributária que incide sobre as empresas brasileiras é um desafio para os empreendedores e mesmo no Simples Nacional, um regime tributário diferenciado para pequenas empresas, muitas dúvidas surgem na hora de cumprir com as obrigações fiscais e formação do preço, e por isso o Planejamento Tributário é essencial.

O Planejamento Tributário nada mais é que um conjunto de ações para deixar as empresas legalizadas e regularizadas perante o Fisco, buscando uma forma legal de reduzir a carga tributária e cumprir com o calendário de tributos a pagar.

Por mais difícil que possa parecer, o planejamento tributário trata apenas da organização e economia no pagamento dos tributos. E essa gestão tributária se dá em dois estágios: Operacional e Estratégico.

O Operacional acontece entre a contabilidade e a empresa, traçando procedimentos de análise e apuração dos tributos e cumprimentos de prazos estabelecidos, ou seja, cumprir a correta escrituração das operações e o pagamento dos impostos nos prazos previstos.

O Estratégico precisa ser muito bem elaborado e só acontece se o operacional funcionar. Para isso é necessário um estudo detalhado e aprofundado no objetivo de concluir qual regime tributário mais aplicável a realidade da empresa e imprescindível um bom conhecimento das normas fiscais, trabalhistas, financeiras e civis.

Ao contrário do que muitos pensam, o planejamento tributário é muito mais do que apenas cumprir as obrigações em dia e anotar as receitas e despesas em planilhas. Estamos falando em planejar, e isso envolve conhecer, analisar, estudar e verificar todas as formas existentes de tributação que envolve o seu negócio.

E nesse ponto entra a importância de se contratar um bom profissional que ensine ao menos o básico sobre tributos ou passar diretamente o ofício para uma contabilidade especializada, que possa traçar um Planejamento

Tributário efetivo para a atividade e porte de sua empresa com base em valores reais, permitindo à empresa optar por um regime tributário adequado que reduza a carga tributária de maneira lícita e segura, evitando problemas fiscais e jurídicos, pagamento de multas e até processos penais por sonegação fiscal.

São tantas burocracias tributárias, que mesmo que não haja intenção, é muito difícil seguir a risca todos os procedimentos fiscais, e a linha que separa a diminuição de carga tributária e a sonegação fiscal é tênue. Quanto maior for a empresa e mais complexa a sua atividade (vários tipos de produtos e serviços), mais trabalho o contador terá. É importantíssimo que você e o contador tenham um canal direto de contato e alinhem bem os objetivos.

Planejamento Tributário é saúde para o bolso, pois representa maior capitalização do negócio, possibilidade de menores preços e ainda facilita a geração de novos empregos, pois os recursos economizados poderão possibilitar novos investimentos.

O Planejamento Tributário é uma gestão que não pode faltar em seu negócio! Invista nisso!

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Compliance Fiscal

A palavra compliance, do inglês, significa conformidade. Na área fiscal este termo se torna ainda mais importante, já que uma empresa que não está em conformidade com o Fisco está sujeita a uma série de penalizações, entre elas multas e impossibilidade de exercer seus negócios. 

No Brasil, temos um calendário repleto de obrigações fiscais a cumprir, com diferentes regras e tributos nas esferas municipais, estaduais ou federais.

Muitas leis novas surgem a cada dia. Segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), o Brasil tem em média 46 alterações fiscais por DIA útil, e as empresas precisam estar preparadas para cumprir todos os prazos, com acuracidade de dados e informações. 

Mas, quando isso não acontece, as empresas podem receber penalidades e multas por não-conformidades ou erros de cálculo, pagar juros de impostos atrasados ou gerar outros encargos por simples falta de controle ou organização. Isso, sem dúvida, abala a saúde financeira do negócio e, muitas vezes, pode levar a pontos mais extremos, como a falência.

Investir em um Compliance Fiscal efetivo em conjunto com profissionais eficientes traz um crescimento seguro e competitivo para as organizações.

 

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Tecnologia: uma aliada para a contabilidade

  Com as constantes inovações tecnológicas, sejam elas máquinas, ferramentas ou técnicas, é natural que desenvolvam-se incertezas sobre as implicações do uso de cada uma. Termos estrangeiros, como machine learning (aprendizado de máquina), ou aqueles que eram vistos apenas em filmes, como IA (Inteligência Artificial), começam a aparecer cada vez mais em diversos textos sobre contabilidade, e aos poucos são inseridos também em sistemas e aplicações que são utilizados todos os dias por profissionais da área. Assim, surge o questionamento sobre o futuro papel desses profissionais em meio a tantos recursos criados para a automatização de tarefas.

  Engana-se quem pensa que esses recursos estão longe de nossa realidade, pois até mesmo desenvolvedores de aplicativos populares para o celular que possuímos, como aqueles que modificam características faciais em uma foto, por exemplo, fazem uso de Inteligência Artificial, que foi criada com o intuito de simular a inteligência de seres humanos. Da mesma forma, aplicativos de serviços de streaming de músicas utilizam técnicas relacionadas à aprendizagem de máquina, também inspiradas pela estrutura da mente humana, para recomendar novas faixas a usuários, com base no histórico de cada um. Desse modo, entendendo que o ambiente ao redor está evoluindo e que estamos nos adaptando até mesmo sem perceber, o receio com relação a este tipo de mudanças deve ser minimizado gradativamente.

  Porém, não é nenhuma novidade que o emprego de tecnologia pode implicar na substituição de trabalhos antes realizados por pessoas. Na área contábil, já existem robôs que identificam o conteúdo dos arquivos que vão sendo incluídos em algum repositório ou sistema de forma automática, há também a possibilidade do agendamento de execução de rotinas ou até mesmo a execução de todos os processos específicos necessários para um tipo de indústria. Entretanto, nada disso existiria e poderia continuar a existir sem que houvesse alguém por trás. Além disso, todas essas mudanças proporcionam o surgimento de diferentes funções, ou que possa ser dedicado um tempo de melhor qualidade à questões que não podem ser resolvidas somente por máquinas, como atendimento ao cliente, análise de resultados, proposta de melhorias, identificação de riscos, entre tantas outras que necessitam da experiência, cuidado e conhecimento que podem ser proporcionados apenas por nós, seres humanos.

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A auditoria e seus fantasmas

O nome auditoria por si só já põe medo em muita gente. Afinal, é o trabalho de alguém que está sendo verificado.

Mas será que você dono de empresa já parou para se perguntar nos benefícios que a auditoria pode trazer a sua empresa? E você funcionário, já pensou nos benefícios que uma auditoria com resultado positivo pode causar em sua carreira?

Pois bem, primeiramente é necessário acabar com o medo que uma auditoria causa a uma empresa, independente do setor. Tente enxergá-la como uma oportunidade para apontar soluções e medidas que talvez você pela quantidade de trabalho diário não está conseguindo enxergar, e que podem além de facilitar sua rotina de trabalho, alavancar seu rendimento e carreira. Sim, pensem em dinheiro!

Uma empresa, quando contrata uma auditoria, muitas das vezes não está apenas querendo achar problemas, e sim melhores e mais corretas soluções em suas rotinas. Claro, não pense também que a auditoria não vai achar as “gambiarras” que você possa estar fazendo, pois vai!

Um funcionário inseguro, ou mal instruído, mal treinado e assim por diante, tem medo da auditoria. O funcionário seguro, interessado e aberto a mudanças chega até a desejar que seu trabalho seja auditado e vê isso como oportunidade de crescimento.

Uma empresa que deseja crescer enxerga na auditoria não só as falhas apontadas, mas principalmente as sugestões e opiniões do auditor quanto ao setor auditado. E vê nisso uma maneira de melhorar suas rotinas valorizando os funcionários que as fazem!

Hoje com todas as normas e regulamentações que todos os setores de uma empresa precisam seguir, a idéia da auditoria deixa de ser uma ação corretiva e passa a ser uma ação preventiva.

Auditoria e Compliance são ferramentas que daqui em diante caminharão juntas. Além de ser um ramo extraordinário para quem os faz, passaram a ser um divisor de águas entre as empresas que se remendam diariamente e empresas que além de se prevenir, se reinventam diariamente. E isso claro, se aplica diretamente aos funcionários que além de suas obrigações diárias, acompanham cada ação da empresa e buscam também se reinventar por todas elas. 

 

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Plano de Contas

O ESQUECIDO PLANO DE CONTAS E AS TOMADAS DE DECISÕES NAS EMPRESAS

 
Contadores, logo são ligados à “conta”, afinal, o início da nomenclatura de nossa profissão nos remete a isso. Fazemos contas – e muitas – porém, não é por essas contas matemáticas e financeiras que somos Contadores. 

As Contas que fazem nossa profissão ter esse nome são as Contas Contábeis, onde fazemos os lançamentos a débito e a crédito, que analisamos a cada fechamento contábil. Contas essas que compõem o Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do Exercício, Balancetes e todas as demonstrações e peças contábeis que emitimos para que os usuários tomem suas decisões.

Como dito acima, fazemos toda a contabilidade, desde o input até o output dos dados, com o intuito de fornecer informações relevantes e concisas aos usuários para que, munidos destes relatórios possam tomar as melhores decisões para a continuidade e prospecção de seus negócios.

Muito se fala da análise das demonstrações contábeis, de sua importância para a vida das organizações, mas sempre deixam a “base” de lado. Essa base das informações é o plano de contas, é ele quem recebe cada dado gerado pela empresa, são nessas contas que cada ato e fato administrativo são transformados em números inteligíveis para posterior análise e tomada de decisão. Ou seja, se queremos fornecer as informações mais relevantes, de uma forma mais clara e objetiva, nós contadores precisamos nos atentar aos planos de contas. 

Em primeiro momento, precisamos nos atentar às normas vigentes, por exemplo, não há mais – há um bom tempo – três divisões no Ativo (passou de Circulante, Realizável a Longo Prazo e Permanente para Circulante e Não Circulante). 

Outro ponto crucial é a adaptação do Plano de Contas para a empresa que está sendo contabilizada, por exemplo, a empresa que presta serviços não precisa ter uma conta de estoque de matéria-prima, ou, a empresa optante pelo Lucro Real não precisa ter uma conta de DAS a Recolher. 

O principal ponto, que muito me chama a atenção, é a falta de customização do Plano de Contas para cada empresa, em seu segmento, com suas particularidades, com seus graus de relevância e prioridades. Para algumas empresas, a Energia Elétrica pode ser contabilizada como “Outras Contas a Pagar”, para outra empresa, ela é tão relevante que, na hora de analisar, é preferível que seja tratada como um “Fornecedor”. Perceba: a energia elétrica é uma conta a pagar, e também gera um fornecedor a pagar, porém, a forma de demonstrá-la na contabilidade deveria ser personificada, e demonstrar o tamanho do conhecimento do Contador em relação a empresa que está sob sua responsabilidade.

Em resumo, temos três palavras para o plano de contas: adequação, adaptação e personificação. Adequar às normas, adaptar ao porte, tributação e às grandes informações, e personificar os pequenos detalhes que farão o tomador de decisões ter maior clareza e segurança em suas investidas no mercado, que está cada vez mais competitivo em todas as áreas.

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Esocial e suas alterações

Nos últimos meses muito ouvimos falar em “passar a faca no esocial”, “acabar com o sistema do esocial”, “simplificar o esocial”. Ora veja, ouvimos falar em esocial desde meados de 2013 quando começaram a serem noticiados os primeiros indícios de uma plataforma trabalhista onde, a princípio, o objetivo seria automatizar toda rotina vivida nos departamento de pessoal e recursos humanos.

Passados cinco anos das primeiras notícias do esocial pudemos então lidar com a 1ª fase do esocial, visto por muitos como um “monstro”.

O desconhecido sempre assusta, e o curioso é que os profissionais da área se assustem com tamanha evolução no meio trabalhista, numa era onde a contabilidade em si está avançando de papéis à plataformas digitais – e até mesmo a inteligência artificial.

Visando acompanhar o avanço digital que temos na contabilidade não seria um regresso gigante falar em “passar a faca no esocial”, “acabar com o sistema do esocial”, “simplificar o esocial” ? 

A implantação do esocial é de um custo inimaginável aos órgãos responsáveis pela sua criação para sofrer tamanha retaliação após cinco anos de desenvolvimento. 

A defesa aqui não é somente pela plataforma do esocial, mas sim de pessoas – físicas e jurídicas – que precisaram ler, precisaram investir tempo e dinheiro para cumprir todas as fases deste programa.

Acredito que seja válido uma revisão do esocial, chegar a uma “prorrogação” nos envios de evento referentes à SST, mas não creio que dar vida a uma simplificação seja eficaz, afinal, estamos todos habituados aos envios do esocial desde início de 2018, por que parar agora? Até onde é inteligente criar uma simplificação ou até mesmo um novo esocial? É uma decisão sábia reinventar um sistema que sequer chegou a ser concluído 100%?

As fases do esocial iniciaram com as grandes empresas, ao meu ponto de vista algo inteligente, pois se uma empresa de grande porte com mais de 100 empregados é sincronizada com sucesso qual seria o mistério para sincronizar uma empresa de pequeno porte, com 10 empregados, por exemplo? 

Não há justificativa plausível para interpor uma simplificação no esocial embasado em sincronização, tempo de habituação uma vez que já fizemos os envios de grandes empresas e estamos a todo vapor enviando mensalmente os fechamentos de folha, eventos de férias, rescisão, admissão, afastamento. Até mesmo em relação aos softwares, vocês hão de convir comigo que um software de folha de pagamento que está hábil a fazer os envios das grandes empresas não terá dificuldade em fazer os envios das pequenas empresas, correto?

Para os profissionais que não tiveram o contato com a implantação das grandes empresas tiveram uma “vantagem”, uma vez que, tiveram mais tempo em se preparar para implantar o esocial nas pequenas empresas. Tiveram a oportunidade de participar de eventos, conferências que falavam a todo tempo sobre os “erros”, “problemas” e dificuldades vividas pelo primeiro grupo a integrar o esocial.

Tiveram ao seu dispor as “escolas-técnicas” que surgiram com o mercado do esocial vendendo o curso de “Especialistas do Esocial”, como ser especialista de um produto que ainda não está 100% pronto ao mercado de trabalho? Um sistema que está engatinhando e ainda é falho.

Vivemos num Brasil que foi separado em duas fases: Antes do Esocial e Depois do Esocial.

Antes do esocial os empregadores e empregados sempre encontravam uma forma de mascarar a CLT, de fazer valer apenas os interesses mútuos. Vivíamos no jeitinho brasileiro para tudo.

Hoje com o Esocial existe o medo de uma fiscalização, o medo de não estar cumprindo uma lei, o medo de não estar de acordo com o ditado pela CLT. Julgo que o grande erro do esocial foi a divulgação de multas, penalidades. Isso cegou todo o mercado trabalhista, contábil e empresarial.

Os empregadores e profissionais trabalhistas fizeram do esocial um sistema punitivo, o que ambos faziam valer como correto e isso se perpetuou e chegou a esse caos.

Os profissionais de pequenas empresas, caso não adotem uma nova cultura de trabalho, não estarão aptos, nem hoje, nem em seis meses, para ingressar no esocial ou em qualquer que seja a denominação de um novo, ou reinventado, sistema. 

ETECON
Contabilidade Cognitiva ao alcance da sua empresa!

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A Reinvenção da Contabilidade

A Reinvenção da Contabilidade

Há muitos anos ouvimos e lemos que o Contador seria extinto do quadro de profissionais essenciais, que não haveria espaço para o Contabilista em um mundo de inovações tecnológicas e que seríamos trocado por máquinas que processariam bem mais informações em um tempo muito menor. 

Desde então alguns otimistas da classe contábil torcem para que isso – o advento de inovações que tornem o Contador obsoleto – seja mentira e somente uma “conversa dos pregadores de inovação”; e alguns contadores pessimistas torcem para que isso nunca aconteça (estes ainda não sabem que a inovação sempre chega, não cedo, não tarde, mas no momento exato que deve chegar).

E se essa substituição nebulosa que ronda a classe contábil não seja de Contadores por máquinas, softwares e inteligência artificial, e sim de Contadores de Impostos por Contadores de Gestão?

Parece clichê, mas o fato é que os Contadores que somente imprimem e enviam Impostos estão sumindo do mapa profissional. Seja por aposentadoria, seja pela rejeição do mercado como um todo à profissionais que não se adequem às inovações do mundo – principalmente do mundo empresarial.

Os contadores que somam com os diretores, sócios e gerentes no momento de gerir e identificar caminhos para as empresas estão em alta, e são eles (nós) que estão substituindo o antigo espectro dos Contadores. Antes de prosseguir, caracterizemos este espectro.

O antigo espectro do Contador é daquele profissional que o empresário só contrata porque precisa, visto que é o Contador quem imprime seus impostos. Se puder trocar por um mais barato, melhor! Jeitinho? O contador dá o seu jeitinho. A vida pessoal é estressante, afinal, o sentido do trabalho ajuda no sentido da vida… e qual o sentido que podemos encontrar em imprimir os mesmos impostos mensalmente?

Voltemos a substituição.

Os contadores-gerenciais substituem os contadores calculadores de impostos, e, diferentemente do que era pregado, não são as inovações tecnológicas, softwares e I.A. que estão abreviando o tempo profissional de tais contabilistas, isso é nítido para quem participa efetivamente do mercado contábil.

Todas as inovações e tecnologias são ferramentas disponíveis e que os Contadores optam diariamente em utilizar – ou não. Essa escolha o posiciona no mercado e delimita até onde cada um pode chegar, seja atuando como Pessoa Física, seja atuando como Pessoa Jurídica. 

Não é a idade que torna um Contador obsoleto, ou o que determina o fim de uma Organização Contábil, mas sua aptidão de se adequar ao novo que se impõe ao mundo, e ao mundo contábil-empresarial em específico.

Nesta busca por reinvenção, a ETECON, com esta publicação, anuncia sua entrada definitiva no mundo das mídias sociais, com o intuito de compartilhar informações do mundo contábil, trabalhista, tributário e jurídico, de forma periódica e concisa, buscando conexões que geram conhecimentos, e conhecimentos que nos trarão ainda mais conexões. 

ETECON
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A importância do “e se…?” na contabilidade do futuro

Nós, profissionais contábeis, somos conhecidos pela nossa firmeza ao averiguar as informações concedidas pelo cliente e confiabilidade nas informações transmitidas ao governo. Isso passa a sensação de que o contabilista é um profissional engessado e fechado ao novo. Longe disso!

Nas duas últimas décadas, poucas áreas sofreram tantas alterações quanto a área contábil, seja em âmbito estadual, nacional e principalmente mundial. As leis estaduais mudaram muito, as leis federais ainda mais e as inexistentes normas internacionais surgiram. Mais do que leis, surgiram as transmissões em arquivos digitais, os famosos – e temidos –  SPEDs.

Como nos adaptarmos ao novo? Renovação diária!

Desta indagação “como nos adaptarmos ao novo”, surge o melhor início de resposta que se pode esperar quando o assunto é inovação: “e se…”. Primeiramente estas três letrinhas, na maioria das vezes, abrem um leque de opções jamais exploradas para aquele determinado tipo de assunto, o que é a base para a inovação. Em segundo lugar, o “e se…” tem o poder de chamar a atenção de todos os ouvintes envolvidos, pois trata-se de algo novo. E por fim, o “e se…” é o início do processo que poderá te levar para um degrau acima de onde se encontra hoje.

O profissional contábil do futuro precisa se habituar para conviver diariamente com questionamentos como: “e se…eu trocar o extrato recebido pelos correios do meu banco pelo extraído do próprio site para automatizar o processo?”, “e se… eu mudar o formato de apresentação dos relatórios contábeis para algo mais vistoso?”, “e se… eu encontrar parceiros para desenvolver meu próprio sistema de contabilidade?”.

Em um desses “e se…” você pode estar expondo a ideia certa para o parceiro certo, e assim, mudando o rumo da sua carreira consideravelmente.

A contabilidade é, sem dúvida, uma das profissões do futuro.

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