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Tendência na contabilidade: BPO Financeiro

Dentre as diversas ferramentas tecnológicas que apresentaram ser tendências na área contábil, como computação em nuvem, sistemas integrados que unem dados do cliente aos de portais governamentais, entre tantas outras que servem de auxílio ao contador e sua missão de lidar com o grande número de dados que devem ser analisados diariamente, mais uma promete mudar o cenário de empresas e seus negócios: BPO Financeiro.

O BPO Financeiro envolve um serviço de terceirização das atividades que não estejam relacionadas com a finalidade principal de uma empresa. Na teoria, isso implica o emprego de maior esforço e atenção nas especialidades da mesma, consequentemente aperfeiçoando a qualidade de produtos e de tratamento ao cliente, enquanto especialistas em finanças utilizam os recursos adequados para traçar planos e estratégias que melhor irão atender a organização.

Independente do tamanho da empresa, a quantidade e complexidade de dados muitas vezes não estruturados resultam na necessidade de ferramentas de análise específicas, que podem ser até mesmo compostas por simples relatórios e gráficos. Porém, mesmo sendo acessíveis, suas elaborações dependem de um olhar mais experiente. O BPO Financeiro cobre essas necessidades e proporciona maior segurança na tomada de decisões.

O contador, por já ter acesso às informações financeiras do cliente, como fluxo de caixa, contas a pagar/receber e faturamento por exemplo, pode trazer benefícios extras ao oferecer serviços personalizados de BPO, como maior controle e redução de custos.

Com todos esses benefícios, que, sem dúvida, irão preparar inúmeros negócios para a era da informação, o BPO não deve ser entendido como uma despesa, e sim como um investimento certo de retorno.

Autora: Fernanda Canazzo

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Tecnologia: uma aliada para a contabilidade

  Com as constantes inovações tecnológicas, sejam elas máquinas, ferramentas ou técnicas, é natural que desenvolvam-se incertezas sobre as implicações do uso de cada uma. Termos estrangeiros, como machine learning (aprendizado de máquina), ou aqueles que eram vistos apenas em filmes, como IA (Inteligência Artificial), começam a aparecer cada vez mais em diversos textos sobre contabilidade, e aos poucos são inseridos também em sistemas e aplicações que são utilizados todos os dias por profissionais da área. Assim, surge o questionamento sobre o futuro papel desses profissionais em meio a tantos recursos criados para a automatização de tarefas.

  Engana-se quem pensa que esses recursos estão longe de nossa realidade, pois até mesmo desenvolvedores de aplicativos populares para o celular que possuímos, como aqueles que modificam características faciais em uma foto, por exemplo, fazem uso de Inteligência Artificial, que foi criada com o intuito de simular a inteligência de seres humanos. Da mesma forma, aplicativos de serviços de streaming de músicas utilizam técnicas relacionadas à aprendizagem de máquina, também inspiradas pela estrutura da mente humana, para recomendar novas faixas a usuários, com base no histórico de cada um. Desse modo, entendendo que o ambiente ao redor está evoluindo e que estamos nos adaptando até mesmo sem perceber, o receio com relação a este tipo de mudanças deve ser minimizado gradativamente.

  Porém, não é nenhuma novidade que o emprego de tecnologia pode implicar na substituição de trabalhos antes realizados por pessoas. Na área contábil, já existem robôs que identificam o conteúdo dos arquivos que vão sendo incluídos em algum repositório ou sistema de forma automática, há também a possibilidade do agendamento de execução de rotinas ou até mesmo a execução de todos os processos específicos necessários para um tipo de indústria. Entretanto, nada disso existiria e poderia continuar a existir sem que houvesse alguém por trás. Além disso, todas essas mudanças proporcionam o surgimento de diferentes funções, ou que possa ser dedicado um tempo de melhor qualidade à questões que não podem ser resolvidas somente por máquinas, como atendimento ao cliente, análise de resultados, proposta de melhorias, identificação de riscos, entre tantas outras que necessitam da experiência, cuidado e conhecimento que podem ser proporcionados apenas por nós, seres humanos.

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